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Referendo suíço aprova leis mais duras para asilo e imigração | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os suíços aprovaram neste domingo em referendo o endurecimento das leis sobre asilo e imigração do país. A contagem dos votos mostra que cerca de 70% dos eleitores apoiaram as novas medidas que o governo alega serem necessárias para combater os abusos ao sistema. A agência de refugiados das Nações Unidas (Acnur) classificou o resultado do referendo de “lamentável”. As novas leis restringem os pedidos de asilo para aqueles que não têm documentos de identidade e cortam pagamentos de benefícios para os que têm seus pedidos rejeitados. Elas também proíbem os cidadãos de fora da União Européia de trabalhar no país se não forem altamente especializados (a Suíça não faz parte da União Européia, mas mantém um acordo para permitir que os cidadãos dos países do bloco trabalhem no país). Com a aprovação das novas leis, a Suíça tem agora uma das legislações mais duras sobre asilo e imigração em toda a Europa. Cerca de dez mil pessoas entraram com pedidos de asilo no país no ano passado, numa queda acentuada em relação ao ano anterior. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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