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Salário de Parreira revolta técnico na África do Sul | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O técnico Roger de Sá, do time do Santos da África do Sul, criticou a Associação de Futebol do país pelo salário que está oferecendo ao ex-treinador da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira para dirigir a seleção sul-africana. Sá disse que o salário mensal de US$ 253 mil (cerca de R$ 550 mil) a ser pago a Parreira é "chocante, doentio e obsceno". "Quando eu absorvi a informação de que um técnico poderia ganhar algo em torno de 100 milhões de rand (a moeda sul-africana, cerca de R$ 30 milhões) em menos de quatro anos em meu país, senti meu estômago virar", disse. Parreira não assume o cargo de técnico da seleção sul-africana até fevereiro, mas detalhes de seu salário e bônus, além do salário de US$ 79 mil (cerca de R$ 172 mil) a ser pago a seu assistente, foram divulgados por dirigentes da Associação Sul-Africana de Futebol no Parlamento do país na terça-feira. Sá acredita que o salário a ser pago a Parreira é excessivo, levando-se em conta o que ganham os treinadores no país. "Também, sejamos francos. Sem a estrutura apropriada, Parreira não vai fazer milagres com a seleção sul-africana na Copa do Mundo (de 2010, que será realizada no país)", disse. Os dirigentes do futebol sul-africano receberam uma ajuda de US$ 10 milhões (cerca de R$ 21 milhões) da Fifa para investir em sua seleção até a Copa. |
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