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Irã 'não vai se curvar a ameaças', diz presidente | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Irã reafirmou seu direito de produzir energia nuclear um dia depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou resolução exigindo que o país suspenda sua operação de enriquecimento de urânio até o dia 31 de agosto. O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad disse nesta terça-feira que não vai se curvar à "linguagem da força e ameaças". Em discurso em um ato público no norte do país, Ahmadinejad afirmou que o Irã tem o direito de usar tecnologia nuclear para produzir combustível. "O povo iraniano encara o aproveitamento da tecnologia para produzir combustível nuclear para fins pacíficos como seu direito", disse o presidente à multidão na cidade de Bojnurd. Sanções Os Estados Unidos e outras nações acusaram o Irã de tentar desenvolver armas nucleares. A resolução 1696 das Nações Unidas (ONU) foi aprovada na segunda feira por 14 votos a um. O voto contrário foi do Catar. Ele dá um ultimato para que o Irã suspenda o enriquecimento de urânio e abra o seu programa nuclear a inspeções internacionais. Se o país não atender às exigências, o Conselho de Segurança vai estudar a adoção de "medidas apropriadas" previstas no Artigo 41 do Capítulo 7 da Carta da ONU, que dispõe sobre sanções econômicas. |
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