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Milan e Juventus são criticados por corrupção | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O juiz investigando as alegações de corrupção no futebol italiano entregou na segunda-feira um relatório criticando a atuação de clubes como AC Milan, Juventus, Lazio e Fiorentina. "O mundo do futebol não está podre no seu cerne, apenas nas ramificações e elas podem ser curadas", disse Francesco Saverio Borelli. A imprensa italiana relata que Borelli gostaria de ver as quatro equipes rebaixadas. O comissário apontado pela Federação Italiana para investigar o caso, Guido Rossi, vai começar a ouvir os envolvidos na próxima semana. Juventus Rossi substituiu Franco Carraro, que também renunciou. A crise envolve até o capitão da seleção italiana, Fábio Cannavaro, da Juventus. Mais de 40 pessoas foram detidas no mês passado por causa de alegações de que árbitros estariam sendo selecionados para manipular jogos a favor da Juventus, time que se sagrou campeão da temporada 2004-05. O ex-gerente geral do time de Turim, Luciano Moggi, foi o primeiro alto dirigente a perder seu cargo no escândalo, renunciando antes de ter sua casa revistada pela polícia. Ele nega as acusações. O escândalo teve início em maio, quando foram divulgadas conversas telefônicas entre o dirigente da Juventus e Pierluigi Pairetto, o responsável por selecionar os árbitros do campeonato italiano. |
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