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Atualizado às: 20 de junho, 2006 - 15h49 GMT (12h49 Brasília)
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Coréia do Norte diz que tem direito de testar míssil
Imagem de teste anterior de míssel feito pela Coréia do Norte
Coréia do Norte deixou de testar mísseis nucleares em 98.
A Coréia do Norte declarou nesta terça-feira que tem direito de testar um míssil com capacidade de alcançar até o Alasca, contrariando apelos da comunidade internacional para que não o faça, segundo a agência de notícias japonesa Kyodo.

"Este assunto diz respeito a nossa autonomia. Ninguém tem o direito de restringir este direito", teria dito um funcionário do ministério das relações Exteriores norte-coreano, segundo a agência.

Este oficial teria negado que antigos acordos impediriam o país de realizar os testes.

Também nesta terça-feira, a China disse que todos os lados deveriam agir para tentar tranqüilizar a situação.

"Esperamos que, nas atuais circunstâncias, as partes envolvidas possam fazer mais no interesse da estabilidade regional e da paz", disse um porta-voz do ministério das Relações Exteriores chinês.

Reações

A reação da China se seguiu ao comentário da Secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, que disse na segunda-feira que "seria algo muito sério e um ato de provocação se a Coréia do Norte decidir lançar o míssel". O Japão e a Austrália também expressaram preocupação.

Fontes do governo sul-coreano afirmam que não há forma de prever com certeza quando – e se – a Coréia do Norte irá conduzir o teste de lançamento.

Apesar dos Estados Unidos e Japão afirmarem que o país tem enviado crescentes sinais de que estaria se preparando para um novo teste e ter enviado combustível para uma base de lançamento na costa leste, o ministro das Relações Exteriores da Coréia do Sul afirma que o lançamento não está confirmado.

"Os relatos são de que o teste de lançamento do míssil norte-coreano é iminente, mas não há certeza de que o míssil esteja pronto para o lançamento", disse o ministro Ban Ki-moon, que está em Genebra para a sessão de abertura do Conselho de Direitos Humanos.

A Coréia do Norte não faz testes com mísseis de longo alcance desde agosto de 1998, quando um míssil sendo testado sobrevoou o território japonês.

O premiê japonês, Junichiro Koizumi, disse que o Japão tomaria "medidas inflexíveis" contra o teste. O ministro das Relações Exteriores havia dito durante o final de semana que o Japão levaria o caso ao Conselho de Segurança, se o teste fosse realizado.

Acredita-se que o país esteja se preparando para testar um míssil batizado de Taepodong-2 – com alcance de 6 mil quilômetros.

Diplomatas afirmam que os mesmos alertas foram feitos da última vez que os norte-coreanos testaram um míssil de longo alcance, em 1998, causando consternação internacional.

Na época, a Coréia do Norte lançou o míssil Taepodong-1, com alcance de 2 mil quilômetros, no Oceano Pacífico, que chegou ao o norte do Japão e caiu no mar

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