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Bolívia anuncia nacionalização de 6 'empresas-chave' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro do Planejamento da Bolívia, Carlos Villegas, anunciou nesta segunda-feira em La Paz que, após a nacionalização dos hidrocarbonetos, o Estado boliviano assumirá em breve o controle acionário de seis companhias de capital misto nos setores de energia, transporte e comunicação. Segundo Villegas, o governo do presidente Evo Morales deve aumentar sua participação nessas empresas até atingir 51% das ações. Em uma entrevista coletiva na qual detalhou o Plano Nacional de Desenvolvimento apresentado na sexta-feira, Villegas disse que a medida pode ser entendida como uma "nacionalização" ou "bolivianização" das empresas. As companhias que serão nacionalizadas, privatizadas em governos anteriores, são a Empresa Nacional de Telecomunicaciones (Entel), as companhias de energia Corani, Valle Hermoso e Guaracachi e as ferroviárias Andina e Oriental, segundo a agência de notícias Efe. As ações das empresas estão atualmente divididas principalmente entre o setor privado, com 50%, e os fundos de pensão locais, com 48%. "Essas ações (em poder dos fundos de pensão) vão voltar à mão do Estado. Já temos conversações adiantadas com as Administradoras de Fundos de Pensão e, também, vamos comprar mais 2 ou 3 por cento das ações remanescentes, até chegar a 51%", disse Villegas, segundo a Efe. Entre os investidores privados afetados, estão empresas da Itália, dos Estados Unidos, do Chile e da própria Bolívia. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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