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Americano ganha direito de contestar morte por injeção letal | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que um prisioneiro da Florida, condenado à pena de morte, tem o direito de entrar com recurso contra o método da sua execução. Os advogados de Clarence Hill alegam que estudos médicos indicam que a morte por injeção letal é cruel, causando dor, e uma punição incomum, o que é proibido pela Constituição americana. A decisão judicial abre caminho para uma batalha sobre o futuro das injeções químicas. O método é usado por quase todos os Estados americanos que têm pena de morte. Enquanto isso, no Tennessee, a Suprema Corte permitiu que um prisioneiro condenado à morte pudesse utilizar testes de DNA para provar sua inocência – na época que cometeu o crime, há 20 anos, essa tecnologia ainda não estava disponível. Paul House alega ser inocente da acusação de assassinato de uma jovem em 1985. | LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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