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Canadá prende 17 pessoas acusadas de terrorismo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia do Canadá prendeu dezessete homens acusados de planejar uma série de atentados à bomba "inspirados na al-Qaeda" na região de Toronto. Todos os detidos são residentes do Canadá. Os homens presos são de diferentes origens. A maioria dos doze adultos, entre 19 e 43 anos, tem nomes árabes. Também foram presos cinco jovens. De acordo com a polícia canadense, foram encontrados vários itens utilizados na composição de bombas, inclusive três toneladas de nitrato de amônio. Policiais disseram que o grupo representava "uma ameaça séria e real. Ele tinha a capacidade e a intenção de realizar esses ataques". O nitrato de amônio é bastante utilizado como fertilizante. Ameaça "Para contextualizar, a explosão em 1995 do prédio federal Murrah em Oklahoma que matou 168 pessoas foi realizada com apenas uma tonelada de nitrato de amônio", explicou o policial Mike McDonnell. "Nossa investigação e as prisões evitaram com que a produção das bombas fosse concluída e, com isso, que os ataques fossem realizados", acrescentou. O primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, disse que o Canadá é um alvo por causa de seu estilo de vida e porque não está "imune à ameaça terrorista". A polícia canadense e agências de segurança do governo do país vinham realizando uma grande investigação, com o envolvimento de 400 pessoas. Aly Hindy, líder de uma mesquita em Toronto, disse que conhece a maioria dos acusados e acredita que um ou dois estão envolvidos em crime, mas não terrorismo. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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