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Ataque a bomba em Bagdá mata jornalistas de TV | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois jornalistas britânicos que trabalhavam para a rede americana de TV CBS no Iraque foram mortos em um ataque a bomba em Bagdá. Os jornalistas, o câmera Paul Douglas e o técnico de som James Brolan, estavam acompanhando uma unidade militar americana, quando foram atingidos por uma bomba de beira de estrada. A correspondente Kimberley Dozier, que possui cidadania britânica e americana e trabalhou no Serviço Mundial da BBC, foi ferida no ataque e está em estado crítico, segundo a CBS. Cerca de 100 jornalistas foram mortos no Iraque desde o início da ação militar liderada pelos Estados Unidos no país, em 2003. Ataques Ao todo, pelo menos 50 pessoas morreram em vários ataques no Iraque nesta segunda-feira, em um dia visto por correspondentes como um dos mais violentos das últimas semanas no país. No pior incidente, 11 pessoas morreram em uma explosão na cidade de Khalis, a cerca de 8 km de Bagdá. Elas viajavam em um ônibus, a caminho do trabalho. Todos os mortos no ataque em Khalis seriam funcionários do Mujahedeen e-Khalq, movimento iraniano contrário ao governo de Teerã. A região onde ocorreu o ataque é ocupada por sunitas e xiitas e tem sido palco de vários atentados contra civis. Em Bagdá, pelo menos 17 pessoas foram mortas nas explosões de dois carros-bomba em um distrito predominantemente sunita. Outras sete pessoas morreram em uma explosão em uma área xiita, e mais quatro morreram em outros ataques na capital - a maior parte deles realizados com bombas de beira de estrada, que tiveram como alvos patrilhas de forças de segurança. O Ministério da Defesa da Grã-Bretanha anunciou que dois soldados britânicos morreram no domingo quando uma bomba foi detonada perto do local onde eles faziam uma patrulha, em Basra. Saddam Também nesta segunda-feira, recomeçou, em Bagdá, o julgamento do ex-presidente do Iraque Saddam Hussein. Saddam e outros sete ex-membros do governo iraquiano são acusados pela morte de 148 pessoas na cidade xiita de Dujail. A apresentação da defesa começou em 15 de maio. Na semana passada, o ex-ministro do Exterior e ex-vice-primeiro-ministro iraquiano Tariq Aziz depôs como testemunha da defesa. O ex-ministro disse que nenhum deles é culpado "porque puniram aqueles que tentaram assassinar o chefe de Estado". Todos os réus se declararam inocentes pelo massacre, ocorrido após uma tentativa de assassinato contra Saddam, em 1982. |
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