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Polícia reprime 1ª parada gay de Moscou | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais de 70 pessoas foram presas neste sábado em Moscou ao tentar realizar a primeira parada gay da cidade. O evento havia sido proibido pela polícia, que alegou falta de segurança. Dos detidos, cerca de 50 são simpatizantes pró-homossexuais e 20 integrantes de grupos religiosos ou nacionalistas que se opuseram ao evento. A Rússia celebra neste sábado os 13 anos desde que ocorreu a descriminalização da homossexualidade no país e alguns ativistas estrangeiros foram ao país para participar da parada gay. Prefeito Os cerca de mil policiais presentes nas proximidades da Praça Vermelha, no centro de Moscou, começaram a agir quando os manifestantes depositaram flores no túmulo do Soldado Desconhecido, um símbolo da resistência soviética durante a Segunda Guerra Mundial. Os manifestantes disseram que relacionam sua luta com a resistência ao fascismo dos anos 1940. O prefeito de Moscou, Yuri Luzhkov disse ter proibido a marcha porque o homossexualismo 'não é algo natural e causaria ultraje na sociedade', posição compartilhada por grupos cristãos e muçulmanos. Ele disse que não permitiria um evento do gênero enquanto estiver no cargo. |
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