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Dependemos da Bolívia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Sebastião Santana encerra o debate, iniciado na semana passada, com a última resposta ao amigo virtual boliviano: "Amigo Rolando, É com grande satisfação que volto a me comunicar com você. Gostaria de dizer a você que tenho um grande respeito pelo povo boliviano e lhe informar que moro em um Estado que faz fronteira com a Bolívia. O Acre, onde resido, faz fronteira com grande parte da Bolívia. Divergências existem e sempre existiram, sejam políticas ou de culturais, mas principalmente econômicas. Brasil e Bolívia têm um relacionamento que vem se estreitando ao longo dos anos, o que nos torna praticamente irmãos. Nossa dependência com seu país é muito grande, pois, não temos auto-suficiência de gás e dependemos única e exclusivamente da Bolívia. A PETROBRÁS nossa maior produtora de petróleo tem hoje problemas com suas refinarias instaladas na Bolívia, talvez por ingerências ou negligência dos responsáveis que não tiveram o cuidado necessário com os contratos, levando o Presidente Evo Morales a exagerar um pouco quando decidiu sobre a nacionalização. Essa tal nacionalização tem em grande parte cunho político, pois, se Evo Morales não a fizesse, o seu governo sofreria uma grande derrota política e finalmente a nacionalização trouxe ao governo e ao povo boliviano certa tranqüilidade com relação aos hidrorcabonetos. Com bom censo e tranqüilidade todas as divergências surgidas com a nacionalização, que atingiram o Brasil (PETROBRÁS) terão seu fim a curto prazo. Gostaria de agradecer a BBC pelo espaço cedido e desejar a todos nós muita PAZ. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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