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Diretor da CIA surpreende e pede demissão do cargo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diretor da CIA, a agência de inteligência americana, Porter Goss, entregou seu pedido de demissão nesta sexta-feira ao presidente George W. Bush, que aceitou a decisão. A saída de Goss coloca o serviço secreto novamente em clima de incerteza, depois de a CIA ter sofrido com várias informações que se provaram incorretas na guerra contra o terrorismo no Iraque. Nenhuma razão foi apresentada para a demissão, anunciada pelo presidente Bush. Goss tomou posse em setembro de 2004 com a missão de reconstruir a agência depois de todas as críticas que sofreu: do fracasso em prever os ataques de setembro de 2001 a informações fornecidas para justificar a invasão do Iraque em março de 2003. 'Integridade' Bush falou da "integridade" e da "honra" de Goss. De acordo com o presidente americano, Goss foi o diretor da transição e liderou "habilmente" o processo de reestruturação da agência. Ainda segundo Bush, Goss, que é um ex-membro do Congresso, "ajudou a tornar o país um lugar mais seguro". "Temos que vencer a guerra ao terror," acrescentou o presidente. Goss trabalhou como agente da CIA por 10 anos antes de se lançar na política. Controvertido, Goss tentou impedir a todo o custo vazamentos de informações para a imprensa. O número três da agência, o diretor-executivo Kyle "Dusty" Foggo, está sendo investigado por possíveis ligações com uma rede de prostituição. |
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