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Países pobres bloqueiam reforma da ONU | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Depois de três dias de intensas negociações, os representantes de países pobres junto a ONU votaram pelo arquivamento da proposta de reforma da Organização das Nações Unidas elaborada após o escândalo que envolveu o programa Petróleo por Comida. A decisão provocou divisões profundas na ONU e também poderá provocar uma crise financeira na organização. As reformas elaboradas pelo secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pretendiam restaurar a credibilidade da organização abalada por uma série de escândalos. A proposta de Annan concedia ao secretário-geral maiores poderes sobre o pessoal e os recursos administrados pela ONU. Polarização Ao decidir manter com a Assembléia Geral o controle sobre o orçamento e pessoal da ONU, os países pobres podem ter dado início a uma reação em cadeia que poderá mergulhar a organização numa profunda crise financeira a partir de junho. Os Estados Unidos insistem em condicionar seu próximo pagamento da contribuição anual à adoção das reformas administrativas propostas. Os países em desenvolvimento entendem que a posição americana aumentaria o poder de influência política dos países ricos dentro da ONU, enfraquecendo a posição do bloco mais pobre. A União Européia, o Japão e os Estados Unidos, cujas contribuições somadas respondem por 82 porcento do orçamento da ONU, querem a adoção das reformas. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Japão abandona proposta do Brasil de reforma da ONU06 de janeiro, 2006 | Notícias ONU condiciona orçamento a reformas24 de dezembro, 2005 | Notícias LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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