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Rice pede 'medidas sérias' da ONU sobre o Irã | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, pediu nesta quarta-feira que o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) tome medidas sérias em seu próximo encontro, após o Irã ter declarado que já está enriquecendo urânio. " (O anúncio) só mostra que o Irã não está aceitando as exigências da comunidade internacional, e creio que o Conselho de Segurança deve levar isso em conta. Da próxima vez que eles (o Conselho) examinarem a questão, devem tomar medidas sérias para garantir que será mantida a credibilidade da comunidade internacional nesse assunto.” Após o anúncio do Irã, na terça-feira, de que havia realizado o enriquecimento de urânio pela primeira vez, os Estados Unidos reiteraram sua posição de que não se pode permitir que o país desenvolva armas nucleares. O porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, disse que a pressão sobre o Irã vai aumentar. Três anos O correspondente da BBC em Washington Justin Webb disse que a Casa Branca acredita que as próprias ações do Irã podem criar um consenso internacional contra o governo iraniano, como os Estados Unidos desejam. A China pediu para que o Irã seja mais cooperativo com Agência Internacional de Energia Atômica da ONU (AIEA) e a Rússia, a Grã-Bretanha e a França pediram para que o país interrompa o enriquecimento de urânio imediatamente. O governo do Irã recusou nesta quarta-feira os pedidos para que suspenda todas as atividades de enriquecimento de urânio. Também nesta quarta-feira, Israel disse que o anúncio iraniano é motivo de preocupação, não apenas para o país, mas para o mundo todo. O comandante das forças armadas israelenses, Dan Haluz, disse entretanto que as declarações podem ser apenas uma tática do país para enfrentar a crescente pressão internacional e que Israel acredita que o Irã ainda não tem capacidade de desenvolver armas nucleares, sugerindo que a diplomacia ainda pode resolver a crise. |
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