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Atualizado às: 13 de março, 2006 - 12h07 GMT (09h07 Brasília)
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Líder xiita pede calma após ataques em Bagdá
Moqtada al-Sadr
Al-Sadr disse que não pedirá à sua milícia para responder aos ataques
O clérigo xiita iraquiano Moqtada al-Sadr pediu nesta segunda-feira calma à comunidade xiita do país após os ataques a bomba em Bagdá que mataram ao menos 55 pessoas no domingo.

Al-Sadr disse que o Iraque está agora em um estado de guerra civil, mas disse que não pedirá à sua milícia armada para responder aos ataques.

Os atentados no domingo destruíram mercados de rua numa das bases de apoio de Al-Sadr em Bagdá, a favela de Sadr City.

O clérigo disse que é trabalho do governo confrontar os militantes sunitas.

Al-Sadr disse considerar as forças militares lideradas pelos Estados Unidos responsáveis por terem deixado os ataques acontecerem e acusou os americanos de obstrução à formação do novo governo iraquiano após as eleições de dezembro.

Um correspondente da BBC em Bagdá disse que os ataques no domingo foram vistos não somente como uma provocação contra os xiitas, mas também como um desafio direto à milícia Mehdi, ligada a Al-Sadr.

A milícia Mehdi já vinha desempenhando um papel de segurança em coordenação com a polícia iraquiana.

Julgamento

Também nesta segunda-feira recomeçou em Bagdá o julgamento do ex-presidente Saddam Hussein e de sete outros co-réus acusados de assassinato e tortura.

Os oito estão sendo julgados pela morte de 148 pessoas nas proximidades do vilarejo de Dujail, em 1982, após Saddam ter sido alvo de uma tentativa frustrada de assassinato.

Os procedimentos foram reiniciados nesta segunda-feira pela manhã com o testemunho de Mohammed Azawi Ali, um ex-membro do partido oficial Baath na região de Dujail.

Questionado pelo juiz-chefe, Raouf Abdul Rahman, ele negou qualquer papel na prisão de pessoas em Dujail.

“Não prendi ninguém, nem um inseto”, disse ele. “Não escrevi nenhum relatório sobre ninguém. Se tem alguém em Dujail que diz isso, tragam-no aqui para me encarar frente a frente.”

No domingo, três dos acusados negaram ao tribunal ter cometido irregularidades.

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