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Atualizado às: 04 de março, 2006 - 18h44 GMT (15h44 Brasília)
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Paquistão mata 70 supostos militantes islâmicos
Soldados paquistaneses
Dezenas de milhares de soldados paquistaneses estão na região
O governo do Paquistão diz neste sábado ter assassinado pelo menos 70 suspeitos de apoiarem o Talebã na região fronteiriça do país com o Afeganistão.

As mortes aconteceram no último dia da visita do presidente americano George W. Bush ao país, no qual ele pediu para que o Paquistão faça mais para combater a rede Al Qaeda.

Acredita-se que partidários do Talebã, entre eles Osama Bin Laden, estariam refugiados em zonas tribais entre os dois países, área em que a presença do governo central é mínima ou nula.

Os conflitos deste sábado ocorreram entre o Exército e habitantes de pequenas vilas em Miran Shah, na região conhecida como Waziristão do Norte.

Tradição

Foram usados helicópteros militares contra a população.

Os ataques aconteceram após uma incursão militar contra um suposto campo de treinamento que pertenceria à Al Qaeda, ocorrida no início da semana.

Os militares dizem que 45 pessoas haviam morrido neste ataque.

O Exército paquistanês nunca havia penetrado na enorme área tribal fronteiriça com o Afeganistão antes dos ataques aos Estados Unidos de setembro de 2001.

Geograficamente isolada, a região costumava seguir leis tribais que datam de vários séculos.

Atualmente, dezenas de milhares de soldados do país patrulham a região.

Militantes do TalebãPor dinheiro
Militante do Talebã luta por US$ 150 por mês.
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