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Paquistão mata 70 supostos militantes islâmicos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Paquistão diz neste sábado ter assassinado pelo menos 70 suspeitos de apoiarem o Talebã na região fronteiriça do país com o Afeganistão. As mortes aconteceram no último dia da visita do presidente americano George W. Bush ao país, no qual ele pediu para que o Paquistão faça mais para combater a rede Al Qaeda. Acredita-se que partidários do Talebã, entre eles Osama Bin Laden, estariam refugiados em zonas tribais entre os dois países, área em que a presença do governo central é mínima ou nula. Os conflitos deste sábado ocorreram entre o Exército e habitantes de pequenas vilas em Miran Shah, na região conhecida como Waziristão do Norte. Tradição Foram usados helicópteros militares contra a população. Os ataques aconteceram após uma incursão militar contra um suposto campo de treinamento que pertenceria à Al Qaeda, ocorrida no início da semana. Os militares dizem que 45 pessoas haviam morrido neste ataque. O Exército paquistanês nunca havia penetrado na enorme área tribal fronteiriça com o Afeganistão antes dos ataques aos Estados Unidos de setembro de 2001. Geograficamente isolada, a região costumava seguir leis tribais que datam de vários séculos. Atualmente, dezenas de milhares de soldados do país patrulham a região. |
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