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Autraliano é condenado por falsificar a própria morte | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um australiano que forjou a própria morte para se beneficiar de uma apólice de seguro de vida foi condenado a 15 meses de prisão. Harry Bentley Gordon foi considerado culpado de fraudar a AMP Insurance e intimado a pagar mais de US$ 14,7 mil como reembolso às operações de busca que a polícia conduziu para procurá-lo. Gordon foi declarado morto em 2000. Acreditava-se que ele havia se afogado em um acidente de barco. Mas, na verdade, ele tinha se mudado para a Nova Zelândia, onde estaria vivendo com o nome de Robert Motzel. Preso Gordon foi preso em novembro de 2005, depois de voltar à cidade australiana de Sydney. Ele disse ao tribunal na quinta-feira que tinha decidido voltar para a Austrália para enfrentar a situação e já sabia que sua esposa, Sheila, de quem estava separado, tinha estado em contato com a polícia. O australiano disse que não havia fingido a morte para fraudar a companhia de seguros, mas como uma forma de fugir de pressões que sofria. Gordon disse que o que fez acabou não solucionando os seus problemas. "Foi uma coisa estúpida", disse ele. Sheila Gordon e a filha do casal, Josaphine, também foram acusadas de conspiração para fraudar a Insurance. |
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