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Morre ex-banqueiro de escândalo no Banco do Vaticano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Igreja Católica em Phoenix, no Arizona, anunciou nesta terça-feira a morte do arcebispo Paul Marcinkus, que chefiou o Banco do Vaticano durante um dos maiores escândalos financeiros a atingir o sistema bancário italiano. Marcinkus tinha 84 anos. Ele foi indiciado na Itália em 1987 em conexão com o colapso do Banco Ambrosiano, mas nunca foi levado a julgamento, por causa de sua posição no Vaticano. Ele teria ajudado a canalizar milhões de dólares do Banco Ambrosiano para o movimento Solidariedade na Polônia, contribuindo para as perdas que levaram o banco à falência. Marcinkus sempre negou ter feito movimentações ilegais. O chefe do Banco Ambrosiano, Roberto Calvi, conhecido como "o banqueiro de Deus", foi posteriormente encontrado morto enforcado sob a ponte Blackfriars, sobre o rio Tâmisa, em Londres. Calvi teria sido supostamente assassinado por chefes da máfia cujo dinheiro ele havia perdido. Cinco pessoas estão atualmente sob julgamento na Itália por causa de sua morte. |
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