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Parlamento egípcio aprova adiamento de eleições | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Parlamento do Egito aprovou nesta terça-feira o adiamento das eleições locais em dois anos, em uma medida criticada pela oposição e pelo governo americano. Um decreto assinado pelo presidente Hosni Mubarak defende a necessidade do atraso para elaborar novas leis que dariam mais poder às autoridades locais. Críticos da medida, porém, a vêem como uma tentativa de restringir a influência do grupo de oposição Irmandade Muçulmana. Candidatos próximos ao grupo, que é banido no país, conseguiram boas votações nas eleições parlamentares do ano passado. O governo americano manifestou preocupação com a medida. "Nós vamos falar com eles sobre isso", afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack. "Como questão de princípio, nós não apoiamos o adiamento de eleições que já foram marcadas." O porta-voz da Irmandade Muçulmana, Mohammed Saeed el-Katatni, disse que 106 dos 454 parlamemtares se opuseram à lei, que já havia passado pela Câmara Alta no domingo (Shura). "Este é um dia triste para o Egito. A ditadura da maioria novamente tentou explorar os seus números para impedir a voz das pessoas", disse el-Katatni. |
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