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Israel critica convite da Rússia a líderes do Hamas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo de Israel criticou a decisão da Rússia de convidar líderes do Hamas para conversas em Moscou depois da vitória do grupo militante nas eleições palestinas. O ministro Meir Shitrit acusou o presidente russo, Vladimir Putin, de "esfaquear Israel pelas costas". Shitrit disse que a decisão de Putin deu legitimidade ao Hamas - considerado um grupo terrorista por Israel e por países do Ocidente. Altos funcionários do governo russo disseram que Putin quer engajar o Hamas e persuadir o grupo a abrir mão de suas políticas radicais. Chechenos "Eu imagino o que Putin diria se convidássemos os chechenos aqui para conversar", disse Shirtrit à rádio Israel. A França expressou apoio à Rússia pelo esforço de tentar estender a mão para o Hamas, mas reiterou que o grupo militante tem que renunciar à violência e reconhecer a existência de Israel. O porta-voz do Ministério do Exterior da França, Denis Simonneau, disse que a Rússia não consultou seus parceiros internacionais antes de fazer o convite. Mas ele disse "acreditar que a iniciativa pode contribuir para avançar suas posições". "Compartilhamos com a Rússia o objetivo de ajudar o Hamas na direção de posições que poderiam permitir atingir a meta de ter dois estados que possam viver em paz e segurança". O governo de Israel divulgou que não vai negociar com o Hamas até que o grupo reconheça o direito de Israel de existir, renunciar ao terrorismo e aceitar o processo de paz do Oriente Médio. Soluções De acordo com autoridades russas, o objetivo das conversas de Moscou seria explicar as abordagens recentemente acordadas pelo chamado quarteto, formado pelos Estados Unidos, ONU, Nações Unidas e Rússia. Para Putin, o Hamas chegou ao poder de forma legítima. "O que queremos é que o Hamas respeite os acordos previamente feitos e que não hajam mais atos de terrorismo." Até agora a Rússia havia seguido a linha comum do quarteto, mas a decisão de Putin criou especulações de que a política russa em relação ao conflito entre israelenses e palestinos tenha mudado. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Putin convida líderes do Hamas para ir a Moscou 09 de fevereiro, 2006 | Notícias Líder do Hamas diz que pode haver diálogo com Israel08 fevereiro, 2006 | BBC Report Israel lidará com Abbas 'se não se aliar ao Hamas'06 de fevereiro, 2006 | Notícias LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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