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Iraque reforça segurança para festa religiosa | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Iraque adotou duras medidas de segurança para tentar impedir ataques de insurgentes durante as celebrações da Ashura, uma das mais importantes cerimônias religiosas xiitas. Em Bagdá e na cidade sagrada de Karbala, ruas foram fechadas ao trânsito e foram montadas barreiras militares. Cerca de 8 mil soldados e policiais, incluindo 2 mil em trajes civis, estão trabalhando para proteger os peregrinos em Karbala. São esperados milhões de peregrinos nas cerimônias que marca o martírio do Imã Hussein, neto do profeta Maomé, que morreu em Karbala. Em 2004, 170 pessoas foram mortas em ataques coordenados durante a Ashura. Apelo A Ashura cai no 10º dia de Muharram, o primeiro mês do calendário lunar islâmico, e os xiitas fazem rituais de lamentação religiosa e encenações do martírio. Homens e mulheres vestidos de preto desfilam em procissão pelas ruas batendo no peito e cantando. Algumas ordens xiitas se autoflagelam com correntes e espadas para imitar o sofrimento de Hussein, mas outros discordam dessa prática. O embaixador dos Estados Unidos no Iraque, Zalmay Khalilzad, apelou aos iraquianos para que se unam. "Todos os iraquianos, independente de religião ou seita, devem se unir depois de décadas de opressão com o propósito comum de renovação nacional", disse Khalilzad. |
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