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Republicanos dos EUA escolhem novo líder no Congresso | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os republicanos na Câmara baixa do Congresso americano elegeram um novo líder, John Boehner, depois que Tom DeLay, o ex-líder, foi forçado a renunciar. Boehner, do estado de Ohio, derrotou o atual líder interino da maioria republicana, Roy Blunt, que era visto como aliado de Tom DeLay. DeLay abandonou seu cargo depois de ter sido acusado por um caso relacionado a financiamento de campanha em 2005, no Texas. A votação ocorreu em meio a um escândalo de corrupção iniciado por um lobista que tinha ligações com republicanos. O antes influente lobista Jack Abramoff, que tinha fortes conexões com os republicanos, recentemente se declarou culpado de acusações de subornar políticos. Segundo correspondentes, a questão da ética dominou a campanha de 24 dias para o posto de líder dos republicanos. Os republicanos esperam evitar reviravoltas políticas nas eleições de novembro, quando o controle de ambas as casas do Congresso estará em jogo. Reformista Os correspondentes em Washington afirmam que Boehner saiu das últimas posições na disputa pelo posto se proclamando um reformista. Ele derrotou Blunt por 122 votos a 109. Um terceiro concorrente, John Shadegg, foi eliminado depois de ficar em terceiro na rodada inicial de votos. Boehner disse que os republicanos iriam "voltar a se dedicar às grandes questões como o povo americano espera", como segurança nacional. Com a eleição, Boehner se transforma no republicano número dois na Câmara baixa do Congresso, depois do porta-voz Dennis Hastert. Ética Tom DeLay desistiu que retomar o posto de líder dos republicanos em dezembro. Alguns republicanos temiam que as batalhas legais de DeLay e sua ligação com Jack Abramoff pudessem afetar as eleições de novembro. DeLay nega lavagem de dinheiro de grandes corporações, dados como contribuição para campanhas eleitorais republicanas no Texas. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos estaria investigando cerca de 20 membros do Congresso e seus assistentes que estariam envolvidos no escândalo. O lobista Jack Abramoff é acusado de usar dinheiro doado, viagens ao exterior doadas e refeições luxuosas para comprar influência política. |
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