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Dinamarqueses tentam conter boicote muçulmano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um dos maiores fabricantes de laticínios da Europa, a empresa dinamarquesa Arla, colocou anúncios nos principais jornais do Oriente Médio neste sábado, numa tentativa de encerrar um boicote a produtos da Dinamarca adotado por países muçulmanos. As vendas da Arla na Arábia Saudita caíram drasticamente após um jornal da Dinamarca ter publicado uma série de caricaturas envolvendo o profeta Mohammed (Maomé). Algumas das charges – impressas no jornal de maior circulação na Dinamarca, o Jyllands Posten – continham caricaturas do fundador do islamismo estereotipado como um terrorista islâmico. O jornal pediu desculpas sobre o ocorrido, mas disse que estava testando os limites da liberdade de expressão sobre o islã. Na quinta-feira, a Arábia Saudita convocou o seu embaixador em Copenhague de volta a Riad, afirmando que o governo dinamarquês não havia tomado as providências devidas com relação aos insultos feitos pelo jornal. A religião islâmica proíbe imagens do profeta ou de Allah (Deus). O boicote aos produtos dinamarqueses foi defendido nesta sexta-feira em sermões em mesquitas da Arábia Saudita, onde houve tambem protestos nas ruas. Embaixadores de várias nações muçulmanas queixaram-se com o primeiro-ministro dinamarquês, Anders Fogh Rasmussen, que respondeu alegando que não tem o direito de dizer aos jornais o que devem ou não publicar. |
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