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Atualizado às: 22 de janeiro, 2006 - 16h46 GMT (14h46 Brasília)
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Comentário de Bin Laden põe livro entre mais vendidos nos EUA
Bin Laden chegou a citar frase do livro no vídeo
Uma recomendação de Osama Bin Laden colocou o livro de um historiador obscuro na lista dos mais vendidos nos Estados Unidos.

Na fita de vídeo divulgada na última quinta-feira, Bin Laden endorsou o livro "Rogue State: A Guide to the World's Only Superpower" (Estado fora da lei: Um guia para a única superpotência do mundo), que neste domingo já chegou ao número 21 na lista dos mais vendidos da livraria virtual Amazon, com quase 20 mil exemplares comprados.

O autor e historiador, William Blum, 72, disse que não lamenta a recomendação.

O livro, ainda não traduzido para o português, mas disponível em espanhol com o título "Estado canalla: una guía a la única superpotencia del mundo", é bastante crítico da política externa americana e afirma que a Guerra ao Terror está fadada ao fracasso.

Retaliação

A mensagem de Bin Laden, que se acredita ser genuína, continha ameaças de novos ataques nos Estados Unidos e também uma proposta de trégua de longo prazo.

Bin Laden também disse aos americanos: "Se Bush continuar mentindo e oprimindo, seria útil que você lesse "O Estado fora da lei".

 O endosso não me desanimou. Não senti repulsa e não vou fingir que senti.
William Blum

Bin Laden citou uma frase do livro, na qual Blum diz que ele iria acabar com a interferência dos Estados Unidos em outras nações se Bin Laden se tornasse presidente.

Falando de seu apartamento em Washington, Blum disse que estava "surpreso e até chocado e lisongeado" pelas palavras creditadas ao líder da rede Al-Qaeda.

"O endosso não me desanimou. Não senti repulsa e não vou fingir que senti," disse Blum a uma rádio americana.

Ele também acrescentou que não recebeu nenhuma ameaça desde que Bin Laden recomendou a leitura de seu livro.

O historiador descreveu os ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington como "retaliações compreensíveis contra a política externa americana", mas deixa claro que não há justificativa para os ataques.

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