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Tribunal retira de novo imunidade de Pinochet no Chile | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um tribunal de recursos do Chile retirou novamente a imunidade judicial do ex-ditador Augusto Pinochet. Ele poderá agora ser investigado em mais de 50 casos de tortura no centro de detenção de Vila Grimaldi, em Santiago, nos anos 1970. O veredicto ainda precisa ser confirmado pela Suprema Corte antes que Pinochet possa ser julgado. A presidente eleita do país, Michelet Bachelet, assim como seus pais, foram vítimas da tortura do regime militar na década de 70. Seus casos, porém, não estão entre aqueles que devem ser investigados. Imunidade O general já perdeu a imunidade em seis outras oportunidades. Para cada processo por violações aos direitos humanos contra ele, a Justiça precisa avaliar de novo se sua imunidade deve ou não ser levada em conta. Ao contrário de outros militares da ditadura chilena que já foram presos, Pinochet, que tem 90 anos, tem alegado que sua saúde é frágil para não ir para a prisão. Ele já foi mantido em detenção domiciliar mas foi liberado há algumas semanas após pagamento de fiança. Pinochet tomou o poder num golpe de Estado em 1973 e governou por 17 anos. Cerca de 3 mil pessoas morreram ou desapareceram durante seu regime, e outras 28 mil foram torturadas. |
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