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Funcionários da OEA seqüestrados no Haiti são libertados | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) que foram seqüestrados na capital do Haiti, Port-au-Prince, segundo informações da organização. Os integrantes da OEA estavam trabalhando nos preparativos para a eleição presidencial, que estava marcada para o dia 8 de janeiro, mas foram adiadas. Os funcionários da OEA, um da Guatemala e o segundo um peruano, foram seqüestrados quando dirigiam em uma estrada próxima do aeroporto internacional na tarde de quinta-feira. A mulher de um dos dois funcionários, que é haitiana, também foi levada, segundo a polícia. Os três estavam a pouca distância do bairro de Cite Soleil, onde ocorreram vários seqüestros e tiroteios. "Os integrantes da OEA, membros da equipe que preparava as eleições, foram libertados. A esposa de um deles, haitiana, também foi libertada. Eles estão a salvo em um lugar seguro", disse uma fonte da organização à agência de notícias AFP. Novo adiamento A menos de dez dias da data marcada, a autoridade eleitoral do Haiti confirmou que as primeiras eleições no país desde a queda do governo de Jean-Bertrand Aristide vão ser adiadas mais uma vez. No entanto, o Conselho Eleitoral haitiano – que justificou a decisão por ter identificado deficiências de organização e segurança – ainda não fixou a data para o novo pleito. O primeiro-ministro interino do país, Gérard Latortue, já havia antecipado, na noite de quarta-feira, que o pleito poderia ser adiado. Ele disse também que as eleições presidenciais e parlamentares marcadas para 8 de janeiro devem acontecer, provavelmente, no fim daquele mês. Problemas O adiamento era esperado, já que o Conselho Eleitoral, por sua vez, declarara que não queria supervisionar um desastre. "É difícil imaginar que o Conselho Eleitoral e os atores internacionais vão ter tempo de aprontar tudo e realizar as eleições no dia 8 de janeiro", disse, ainda na quarta-feira, Leopold Berlanger, secretário-geral do Conselho Nacional de Observação, entidade que monitora o pleito. Os principais problemas citados são falhas na distribuição de títulos eleitorais a todos os cidadãos registrados para votar, a preocupação com a segurança e um baixo número seções eleitorais, apenas 800 em todo o país. Por causa disso, vários eleitores se queixam de que vão ter que votar muito longe de suas residências |
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