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Atualizado às: 08 de dezembro, 2005 - 04h05 GMT (02h05 Brasília)
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Cruz Vermelha adota cristal como símbolo
Imagem foi escolhida porque é considerada isenta de conotação religiosa e cultural
Imagem foi escolhida porque é considerada isenta de conotação religiosa e cultural
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho adotou um novo emblema nesta quinta-feira, encerrando uma disputa de décadas com Israel e abrindo caminho para a entrada do país na organização.

Uma maioria de dois terços dos países signatários da Convenção de Genebra votou a favor do uso de um cristal vermelho em operações humanitárias pelo mundo.

A imagem do cristal vermelho sobre um fundo brando foi escolhida porque ser considerada isenta de conotações religiosas, nacionais e culturais.

"O protocolo acaba de ser adotado. Infelizmente não foi possível adotar o protocolo por consenso", disse um porta-voz do governo suíço, segundo a agência de notícias Reuters.

Funcionários e ambulâncias que levam os símbolos da Cruz Vermelha ou do Crescente Vermelho – uma cruz e uma lua crescente, respectivamente – são protegidos por leis internacionais.

O Escudo Vermelho de Davi, organização equivalente à Cruz Vernelha em Israel, não era reconhecido pelas Convenções de Genebra, que datam de 1949, porque não usava nenhum dos dois símbolos oficiais e países árabes vinham bloqueando tentativas de criar um emblema alternativo.

Israel se disse disposto a usar o cristal em missões fora das suas fronteiras.

A votação em Genebra estava prevista para terça-feira, mas foi adiada por causa de divergências entre Síria e Israel sobre o acesso de equipes médicas às Colinas de Golã.

Damasco disse que votaria a favor do cristal se Israel permitisse o acesso de funcionários do Crescente Vermelho da Síria à área, capturada por Israel na Guerra dos Seis Dias (1967).

O ministro sírio de Assuntos Humanitários, Bashar al-Shaar, disse que os sírios que vivem nas colinas "sofrem terrivelmente com a falta de serviços médicos".

Mas o embaixador de Israel na ONU, Itzhak Levanon, descartou a possibilidade de acordo alegando que os dois países não têm relações diplomáticas.

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