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Atualizado às: 01 de dezembro, 2005 - 01h55 GMT (23h55 Brasília)
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ONU pede US$ 4,7 bi para áreas devastadas
Sobreviventes do terremoto no Paquistão
A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou seu maior apelo por ajuda internacional, US$ 4,7 bilhões (cerca de R$ 10,3 bilhões) para ajudar vítimas de guerra, fome e desastres naturais em 26 países.

O coordenador de operações de emergência da ONU, Jan Egeland, disse que a cifra era o equivalente a 48 horas de gastos militares no mundo todo.

O secretário-geral da organização, Kofi Annan, disse que a comunidade internacional tinha capacidade de pagar, mas agora tinha que demonstrar a vontade para fazer isso.

No lançamento do apelo anual de 2006 da ONU, Annan destacou sua importância.

"Em um mundo de fartura, sofrimento contínuo é uma mancha terrível na nossa consciência. É imperdoável que não lutemos, com todos nossos recursos, para eliminar o sofrimento", disse.

A ONU pretende usar o dinheiro para fornecer ajuda, para salvar a vida de mais de 30 milhões de pessoas, incluindo vítimas dos terremoto na região da Caxemira, no Paquistão, e também às vítimas do tsunami em dezembro de 2004, na Ásia.

Muitos dos países na lista de ajuda da ONU estão na África. A organização pretende destinar US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 3,3 bilhões) para o Sudão, que poderá ser dividido na metade entre a área a oeste de Darfur, onde a violência continua, e o sul, que foi pacificado e está sendo reconstruído.

Oeste da África

Também há pedidos de ajuda de emergência para regiões devastadas no oeste da África, incluindo Costa do Marfim e Libéria.

Além da África, a ONU também pretende ajudar a região da Chechênia, na Rússia, os Territórios Palestinos e as vítimas da enchente na Guatemala.

Jan Egeland afirmou que é preciso aumentar as doações devido ao grande número e à complexidade das operações de emergência.

"Estamos pedindo exatamente a quantidade de dinheiro correspondente a 48 horas de gastos militares no mundo todo, ou o equivalente a duas xícaras de café por pessoa rica no mundo", disse.

"Se todos eles dessem o equivalente a duas xícaras de café, poderíamos cobrir todas as necessidades para estas 31 milhões de pessoas em uma situação desesperadora", acrescentou.

Segundo a correspondente da BBC na ONU, Susannah Price, a organização recebe, em média, menos que três quartos do que inicialmente pede por ano, e países geralmente esperam até o último momento para pagar, o que leva a um aumento ainda maior das despesas.

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