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TV árabe protesta contra notícia de ataque americano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Funcionários da TV árabe Al Jazzera realizaram um protesto nesta quinta-feira contra relatos publicados na imprensa britânica que o presidente americano, George W. Bush planejaria bombardear a sede da emissora no Catar. Cerca de 100 funcionários assinarm uma petição exigindo o fim de "ataques e incitamentos contra a Al-Jazeera". A Casa Branca declarou as alegações publicadas no jornal Daily Mirror absurdas demais para serem comentadas. A Grã-Bretanha alertou a mídia a não publicar o documento que traria a ameaça, considerada por alguns comentaristas como sendo uma brincadeira. Ataques Os Editores podem ser processados se o documento for publicado. Os funcionários interromperam o trabalho por 15 minutos, tanto na sede da All Jazeera no Catar como também em seus escritórios em outros países. A estação, que pretende lançar um canal em inglês no próximo ano, vem sendo repetidamente acusada por Washington de ser partidária e atrapalhar a chamada "guerra contra o terror". Ela costuma ser sempre a primeira a transmitir comunicados de líderes da Al Qaeda, imagens de ataques dos Estados Unidos no Iraque e excessos cometidos por tropas americanas. Seus funcionários exigem uma investigação sobre o ataque sofrido em um de seus escritórios no Afeganistão, que causou a morte de um jornalista. Os Estados Unidos afirmam que o ataque foi um acidente mas a Al Jazeera insiste que o local de suas instalações é de conhecimento público. |
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