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EUA congelam bens de Mugabe | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos ordenou o congelamento dos bens de 33 instituições e 128 pessoas do Zimbábue, incluindo o presidente do país, Robert Mugabe. A medida foi assinada pelo presidente americano, George W. Bush, nesta quarta-feira, anunciou a Casa Branca. "O governo continua a suprimir grupos de oposição e a sociedade civil, a minar a mídia independente, a ignorar decisões dos seus tribunais e a se recusar a entrar em negociações significativas com outros atores políticos", escreveu Bush em uma carta a líderes congressistas. Bush, que já havia adotado sanções contra Mugabe e outros 75 membros do governo em 2003, disse ter sido obrigado a agir de novo por causa da deterioração das condições no país. A lista de 128 nomes inclui os 76 nomes citados dois anos atrás e, segundo a Casa Branca, visa os que estão "obstruindo a reforma democrática no Zimbábue". A medida também proíbe cidadãos americanos de manter negócios com essas pessoas. O governo americano se recusa a reconhecer Mugabe, que está no poder desde 1980, como vencedor das eleições presidenciais de março, que vê como fraudulentas. Os Departamentos de Estado e do Tesouro poderão adicionar novos nomes à lista, sem necessidade de uma ordem presidencial. |
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