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Parlamento do Irã rejeita 3º indicação de presidente | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Parlamento do Irã rejeitou pela terceira vez um nome indicado pelo presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, para ocupar o cargo de ministro do Petróleo. Dos 254 parlamentares que votaram, só 77 apoiaram a indicação de Mohsen Tasalloti. Segundo a correspondente da BBC em Teerã, Frances Harrison, a rejeição de três candidatos nos últimos meses é um desafio sem precedentes para o presidente iraniano, além de um grande embaraço. Tasalloti, um veterano da indústria petroquímica, era acusado de ter fortes ligações com os Estados Unidos e a Grã-Bretanha. Ele nega tais acusações. Os dois candidatos anteriores eram acusados de não ter conhecimento do setor petrolífero. Prejuízo O Irã é um dos maiores exportadores de petróleo do mundo, e está sem ministro do setor há três meses. A falta de um ministro do Petróleo pode ter implicações econômicas complicadas para o país que obtém 80% de suas receitas com a exportação de petróleo, gás e derivados. "Essa demora provoca desperdício de ativos de petróleo e gás e danos à economia do Irã", disse Manouchehr Takin, do Centre for Global Energy Studies. O Congresso rejeitou o primeiro nome proposto por Ahmadinejad em agosto. O segundo retirou sua candidatura no início de novembro, momentos antes de os parlamentares começarem a votar. |
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