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Ex-dono de jornais é condenado por fraude nos EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-magnata da imprensa Conrad Black foi indiciado nesta quinta-feira nos Estados Unidos, sob a acusação de ter desviado quase US$ 84 milhões junto com outras três pessoas. Black chegou a ser considerado o terceiro mais poderoso dono de jornais do mundo. Ele e outros executivos da empresa Hollinger International eram acusados de ter enganado os acionistas da companhia nos Estados Unidos e no Canadá, além da própria receita federal canadense. Por meio da Hollinger, ele chegou a controlar centenas de jornais na América do Norte, além do The Daily Telegraph, da Grã-Bretanha, e do Jerusalem Post. Festa e apartamentos A promotoria no caso disse que Black, que enfrenta 11 acusações de fraude, embolsou milhões fazendo a si mesmo e aos demais executivos pagamentos ilegais, explorando o dinheiro da companhia. Ele e os outros três são acusados de ter desviado US$ 32 milhões usando como desculpa a existência de negócios falsos envolvendo empresas jornalísticas. Outra acusação é referente ao desvio de US$ 51,8 milhões durante uma venda de bens da Hollinger Internacional para outra empresa. Black também é suspeito de ter usado dinheiro da sua ex-companhia ilegalmente para pagar uma festa luxuosa de aniversário para sua mulher e para comprar dois apartamentos em Nova York. Há dois anos, o magnata foi afastado da presidência da Hollinger depois de uma revolta de acionistas. |
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