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EUA vão financiar desarmamento na Colômbia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Congresso dos Estados Unidos aprovou, na quarta-feira, uma ajuda de US$ 20 milhões (quase R$ 45 milhões) para financiar o polêmico plano de desarmamento de paramilitares na Colômbia. No entanto, os parlamentares condicionaram a liberação dos recursos a diversas exigências, entre elas a de que o Departamento de Estado americano certifique que a Colômbia colabora ativamente com a extradição de líderes paramilitares requisitada pelos Estados Unidos. O embaixador da Colômbia em Washington, o ex-presidente Andrés Pastrana, disse que a decisão é um impulso nas relações diplomáticas entre os dois países. Segundo analistas, no entanto, o valor é bem menor do que era esperado na Colômbia. Prazo O processo de desmobilização dos paramilitares de extrema direita na Colômbia atraiu até agora pouca ajuda internacional. Muitos consideram que o plano é "brando" demais com grupos armados acusados de diversos massacres. Nesta semana, o governo colombiano anunciou que os grupos paramilitares devem se desmobilizar até 31 de dezembro ou serão combatidos. O anúncio foi uma resposta a um pedido dos paramilitares para que o prazo de desarmamento fosse estendido. Estimativas indicam que cerca de 11 mil dos 20 mil paramilitares da Colômbia tenham deposto as armas até agora. |
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