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Grã-Bretanha quer veto à importação de ave selvagem | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo britânico defendeu hoje que a União Européia suspenda as importações de aves selvagens como medida preventiva contra a gripe aviária. As autoridades britânicas também defendem a suspensão do comércio mundial de aves vivas para tentar estancar o alastramento da gripe aviária. Cientistas estão realizando testes para averiguar se o papagaio importado do Suriname, na América do Sul, que morreu de gripe aviária no território britânico, tinha a mais perigosa variante do vírus que provoca a doença, a H5N1. Essa variante do vírus matou 60 pessoas na Ásia. O papagaio morreu numa unidade de quarentena, onde testes são realizados para verificar o contágio das aves por gripe aviária ou pela doença de Newcastle. Mutação perigosa Especialistas temem por uma pandemia de gripe aviária, com a transmissão entre humanos, se a variante H5N1 do vírus sofrer mutação por meio da troca de genes com vírus que causam a gripe humana. O papagaio do Suriname, que morreu no dia 16 deste mês, era parte de um grupo misto de 148 pássaros que chegaram à Grã-Bretanha no último dia 16 de setembro. Havia junto com esses pássaros, embora em diferentes compartimentos, 216 aves de Taiwan. Todas as aves em quarentena foram sacrificadas e as pessoas que tiveram contato com elas estão sendo tratadas com medicação antiviral como precaução. Milhares de aves também foram abatidas no sudeste asiático, na Rússia, na Turquia, na Romênia e na Grécia para conter a propagação da gripe aviária. |
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