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Um milhão participa de greve na França, dizem sindicatos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um milhão de trabalhadores teriam aderido à greve geral na França nesta terça-feira, segundo os organizadores do ato, que prejudica bastante o sistema de transporte público e as escolas do país. Apenas um terço dos trens que circulam em Paris e arredores estava funcionando e na cidade de Marseille, no sul do país, quase não havia ônibus nas ruas. O objetivo da greve é protestar contra a política econômica do governo, reivindicar ações para diminuir o desemprego, que atinge quase 10% da população ativa, e pressionar por reajustes salariais. Trabalhadores do setor privado também foram convocados para a paralisação, em protesto aos cortes anunciados por várias grandes empresas, como Hewlett Packard e Sony. O ato também afetou o transporte aéreo, obrigando o cancelamento de centenas de vôos nos dois principais aeroportos do país – Charles de Gaulle e Orly. Desafio De acordo com os sindicatos organizadores do ato, mais de 500 mil pessoas foram para as ruas nesta terça-feira – só em Paris, teriam sido cerca de 150 mil. Já o Ministério do Funcionalismo Público francês informou que a mobilização não é tão grande, com pouco menos de 27% dos funcionários públicos aderindo à greve geral. Segundo dados da polícia francesa, participaram dos protestos nas ruas do país cerca de 230 mil trabalhadores. A greve geral desta terça-feira é o primeiro grande desafio político novo primeiro-ministro Dominique de Villepin, que insiste em seguir em frente com suas reformas para estimular o mercado de trabalho. |
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