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Continua impasse sobre entrada da Turquia na UE | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os ministros do Exterior de países da União Européia não chegaram a um acordo sobre os termos das negociações para a entrada da Turquia no bloco. A reunião de emergência, que terminou no início da madrugada desta segunda-feira, tinha como objetivo discutir o impasse causado pela proposta da Áustria, de que a Turquia deveria receber uma oferta para se tornar membro, mas não de maneira integral. A Turquia deve começar a negociar sua entrada no bloco nesta segunda-feira. O governo turco já afirmou que prefere não fazer parte da União Européia a aceitar a oferta da Áustria. Todos os 25 países integrantes da UE devem chegar a um acordo antes do início das negociações com a Turquia. Apoio Essa posição turca recebeu o apoio da Grã-Bretanha, que atualmente está na presidência rotativa da União Européia. O ministro do Exterior britânico, Jack Straw, disse que a Turquia deveria receber permissão para entrar no bloco. "Ela vem recebendo promessas de ser aceita como membro há 42 anos", disse Straw, pouco antes de embarcar para Luxemburgo, onde estão reunidos. Ele disse que manter a Turquia fora da União Européia aumentaria "o abismo político e teológico" entre os países cristãos e muçulmanos. Mas fontes do ministério do Exterior britânico disseram que as chances de se chegar a uma solução são de 50%. Se as negociações com a Turquia tiverem início, elas devem durar cerca de dez anos. Os ministros voltam a se reunir em Luxemburgo nesta segunda-feira. Outro assunto que deve entrar em pauta é a aprovação ou não do início das negociações com a Croácia, para a entrada do país no bloco. |
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