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Sobe para 25 total de mortos em série de explosões em Bali | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 25 pessoas morreram em três explosões que atingiram a ilha de Bali, na Indonésia. As explosões aconteceram pouco antes da 20h (hora local, 10h em Brasília) de sábado. Duas explosões ocorreram na praia de Jimbaran e outra na praia de Kuta, a mais popular entre turistas ocidentais, num intervalo de dez minutos. Autoridades antiterror da Indonésia acreditam que os ataques ocorridos no sábado foram realizados por suicidas. Mais de 50 pessoas estão feridas, a maioria é da Indonésia. Mas entre as vítimas já identificadas também estão turistas australianos, sul-coreanos, japoneses, americanos e britânicos. Não há relatos sobre brasileiros. Um funcionário da área de saúde disse à agência de notícias Reuters que pelo menos 35 estrangeiros feridos foram atendidos no principal hospital de Bali. Mas ele não soube dizer se havia algum estrangeiro entre os mortos. Bombas A imprensa indonésia disse que a polícia encontrou outras bombas não detonadas. Ninguém assumiu a autoria dos ataques. No entanto, para o reporter da BBC Frank Gardner, especialista em segurança, as suspeitas já apontam em direção ao grupo extremista islâmico Jemaah Islamiah, que teria ligações com a rede Al-Qaeda, de Osama Bin Laden. Em outubro de 2002, explosões em uma discoteca na praia de Kuta provocaram a morte de 202 pessoas. As explosões foram atribuídas ao Jemaah Islamiah. O correspondente da BBC em Jakarta, Tim Johnston, disse que as autoridades locais já tinham alertado que grupos militantes estariam planejando outros ataques a alvos ocidentais na Indonésia, mas não houve nenhum aviso em particular nos últimos dias. Ataques Líderes mundiais condenaram os ataques. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse que os Estados Unidos vão continuar trabalhando em parceria com a Indonésia na chamada "guerra contra o terror". O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, condenou os ataques. Blair disse que a Grã-Bretanha está pronta para ajudar no que for preciso. O presidente francês, Jacques Chirac, enviou uma mensagem ao presidente indonésio, Susilo Bambang Yudhoyono, também condenando os ataques deste sábado. |
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