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EUA: '29 detentos' estão em greve de fome em Guantánamo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército dos Estados Unidos informou que 29 prisioneiros de Guantánamo permanecem em greve de fome. Segundo as informações dos militares americanos, o estado de saúde de 20 dos detentos é "estável". Eles estão em um hospital. Advogados de alguns dos prisioneiros dizem, no entanto, que o número de detentos em greve de fome é muito maior do que os americanos divulgaram. Eles pediram que a Justiça americana supervisione os prisioneiros que estão sem se alimentar. Negociação A greve de fome começou há sete semanas em protesto ao "tratamento desumano" do Exército do Estados Unidos. Em julho, prisioneiros de Guantánamo tinham entrado em greve de fome, que foi suspensa quando o Pentágono concordou em conversar com eles. Em meio a acusações de maus-tratos, eles decidiram retomar a greve, acusando autoridades de não cumprirem a promessa de negociação. Muitos deles estão presos no campo de detenção americano há mais de três anos, sem acusação formal. Eles exigem julgamento imediato ou sua libertação. |
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