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Cirurgiões criticam 'banalização' da plástica | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cirurgiões plásticos britânicos lançaram um ataque a organizações por banalizar cirurgias cosméticas. A Associação Britânica de Cirurgia Plástica Estética (BAAPS, na sigla em inglês) criticou revistas e organizações de saúde que promovem os procedimentos, durante a conferência anual, esta semana, em Londres. Cartões de fidelidade, esquemas de descontos e reality shows também estão na mira da associação. Uma das empresas criticadas justificou estar apenas oferecendo cirurgia cosmética a preços mais populares. “Atividades de mau-gosto” Adam Searle, presidente da BAAPS diz que é assustadora a forma como este tipo de procedimento médico está sendo explorado comercialmente e banalizado por algumas empresas. “A sensação que tenho é de que nosso ofício está sendo diminuído pelo excesso de promoções, prêmios e programas de televisão”. Ele acrescentou: “A verdadeira tragédia é que no meio dessa epidemia de atividades de mau-gosto haverá pacientes que apresentarão complicações e até danos permanentes por recorrerem a operações mal-planejadas”. Porta-vozes da empresa Transform Medical Group, que é alvo de críticas por ter implementado um cartão de fidelidade para encorajar múltiplas cirurgias, defenderam-na dizendo que a empresa se orgulha por oferecer uma operação de alta qualidade a baixo custo. E finalizaram: “sem nossas iniciativas, estaríamos na época em que cirurgia plástica era exclusividade de gente rica”. |
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