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John Roberts diz que não mudará decisão sobre aborto nos EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O juiz John Roberts, indicado pelo presidente americano, George W. Bush, para chefiar a Suprema Corte dos Estados Unidos, disse que, se for confirmado no cargo, não deve mudar sentenças já existentes que dão às mulheres o direito ao aborto. Durante audiência no Senado sobre sua indicação, Roberts afirmou que a sentença de 1973 legalizando o aborto foi "um precedente da Corte". Roberts, de 50 anos, é católico e rotulado como conservador por boa parte da imprensa americana. Mas ele disse que suas crenças pessoais não vão influenciar suas decisões. Bush indicou Roberts, que é juiz do Tribunal de Apelações de Washington desde 2003, para substituir o presidente da Suprema Corte, William Rehnquist, que morreu de câncer no início do mês. Críticos Um correspondente da BBC em Washington disse que a indicação de Roberts deve ser aprovada pelo Senado. No entanto, no segundo dia de sua audiência, Roberts foi bastante criticado pelos senadores democratas. Um deles, Joe Binder, acusou Roberts de estar "enrolando" ao responder algumas questões colocadas a ele. Além do aborto, Roberts também foi questionado sobre o direito das mulheres, os direitos civis, a luta contra o terrorismo e o equilíbrio de poder entre órgãos do governo. A audiência no Senado deve ser finalizada ainda esta semana. |
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