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Polônia comemora 25 anos da criação do Solidariedade | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes internacionais se reuniram nesta quarta-feira em Gdansk, na Polônia, para celebrar os 25 anos da fundação do sindicato Solidariedade. O movimento foi o primeiro sindicato de trabalhadores de atuação independente a surgir dentro do antigo bloco comunista liderado pela União Soviética e foi um símbolo para o desenvolvimento de novas democracias no Leste Europeu. O presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, disse que o Solidariedade inaugurou um processo irreversível rumo à liberdade no leste do continente. Milhares de pessoas compareceram a uma missa ao lado do estaleiro em que Lech Walesa e seus companheiros fundaram o sindicato, em 1980. Protestos Ao lado das comemorações, cerca de 200 ex-integrantes e atuais membros fizeram protestos contra as comemorações oficiais e contra a perda de empregos nos últimos anos. Meses após sua fundação, o Solidariedade se tornou um movimento político nacional, com 10 milhões de militantes. Nove anos mais tarde, os líderes do grupo negociaram o fim do comunismo na Polônia e, poucos meses depois, o Muro de Berlim caiu. Entre os políticos que discursaram em Gdansk nesta quarta-feira estava Lech Walesa, o eletricista desempregado que liderou a greve municipal que abriu caminho para a formação do Solidariedade. Após o fim do comunismo, em 1990, Walesa se tornou o primeiro presidente eleito da Polônia em 50 anos. |
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