|
ONU começa a debater mudanças em proposta de reforma | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Países-membros da ONU deram início nesta segunda-feira a negociações para tentar chegar a um acordo sobre uma proposta de reforma da entidade a ser votada em setembro. A Assembléia-geral das Nações Unidas preparou um documento com propostas de mudanças na organização, mas na semana passada, menos de um mês antes da data prevista para a votação, os Estados Unidos apresentaram uma série de objeções ao plano. "Eu estou preparado para negociar pelo tempo que for necessário", afirmou o embaixador americano na ONU John Bolton, segundo a agência de notícias France Presse. Bolton disse que os Estados Unidos querem um documento que seja votado com sucesso na reunião de cúpula que marcará o 60º aniversário da ONU em Nova York, no próximo dia 14 de setembro. As negociações, que avançaram pela noite de segunda-feira, deverão ser retomadas nesta terça-feira. Objeções americanas Um grupo de 33 países foi incumbido de alcançar um consenso sobre as questões mais polêmicas, como a ampliação do Conselho de Segurança da ONU. O documento elaborado depois de nove meses de negociações propunha a desburocratização da entidade e a criação de mecanismos para prevenir genocídios e crimes contra a humanidade. Washington se opõe a referências ao Tribunal Penal Internacional, a ações contra o aquecimento global e ao aumento de ajuda financeira a países pobres. Ao mesmo tempo, o governo americano – que se comprometeu a apresentar uma proposta alternativa até o fim desta semana – defende maior ênfase ao combate ao terrorismo e à proliferação nuclear. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||