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Polícia da Malásia quer acabar com pornografia disseminada por celulares | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Malásia determinou nesta segunda-feira que a polícia cheque aleatoriamente telefones celulares para ver se o usuário guardou neles imagens pornográficas. A medida foi tomada depois que jornais locais publicaram notícias sobre a troca de vídeos e imagens de sexo entre jovens por meio de torpedos (mensagens de celular). De acordo com a determinação do governo malaio, os policiais devem apagar quaisquer imagens explícitas que eles encontrarem arquivadas nos telefones. Donos de internet cafés também viraram alvos do governo e serão processados se permitirem que seus clientes baixem material pornográfico. Operadores de telefone que fornecem serviços de download de imagens de sexo também poderão ser processados, de acordo com o jornal malaio New Straits Times. Beijos sob censura A pornografia é ilegal na Malásia, um país majoritariamente muçulmano em que a televisão estatal censura imagens de pessoas se beijando. Contudo, a popularidade da internet está levando o governo a equilibrar seu compromisso de não censurar a rede com tentativas de frear a divulgação virtual de material proibido. Segundo outro jornal malaio, o Harian Metro, adolescentes estão usando seus celulares para gravar imagens de festas de sexo e depois enviá-las a amigos. Possuir material pornográfico na Malásia pode levar à prisão de até cinco anos e cerca de US$ 13 mil em multas. |
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