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EUA: Serial killer pega 10 prisões perpétuas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um americano acusado de matar dez pessoas no Estado do Kansas foi condenado nesta quinta-feira a dez penas de prisão perpétua. O seria killer Dennis Rader, de 60 anos, ficou conhecido nos Estados Unidos como BTK (sigla formada pelas palavras "Amarre, Torture e Mate", em inglês), pela forma como matava suas vítimas. Rader, um ex-chefe de escoteiros que foi muito influente na igreja luterana da cidade de Wichita, chocou o país e confessou ter cometido os crimes entre 1974 e 1991. Ele não podia ser condenado à morte porque a legislação do Kansas não previa esta possibilidade na época em que os assassinatos foram cometidos. Dessa maneira, ele pode receber liberdade condicional depois de 40 anos encarcerado. Fantasias sexuais A maioria das vítimas de Rader era composta por mulheres, muitas das quais foram estranguladas em suas próprias casas. Familiares das vítimas descreveram o réu como “um monstro”. “Este homem precisa ser jogado em um buraco escuro e fundo para apodrecer lá dentro”, disse Beverly Plapp, cuja irmã, Nacy Fox, foi morta por Rader. “Ele não deveria jamais poder ver a luz do dia de novo.” Rader disse no tribunal que foi egoísta e não mostrou honestidade para com sua família e as vítimas. Em um dos casos, ele matou uma mulher de 53 anos, em 1985, e levou o cadáver para uma igreja, onde fez uma sessão de fotos. Ele teria dito a investigadores que levou o corpo da vítima à igreja para satisfazer fantasias sexuais. |
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