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Brigas em prisões na Guatemala deixam 30 mortos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 30 prisioneiros morreram e mais de 50 ficaram feridos em brigas entre gangues rivais em presídios da Guatemala. Centenas de policiais armados e soldados foram mobilizados para as prisões, chegando a usar gás lacrimogêneo para recuperar o controle das instalações. Dezoito mortes teriam ocorrido durante uma briga na prisão conhecida como "O Buraco" em uma pequena cidade ao sul da capital, a Cidade de Guatemala. Os presos foram mortos a tiros e por explosões de granadas. As autoridades suspeitam que as armas - incluindo facas, rifles automáticos e granadas – tenham sido contrabandeadas para dentro das prisões. Celulares O problema teria começado entre os membros da gangue Mara Salvatrucha, uma das mais conhecidas da América Central, com a sua principal rival, Mara 18. Segundo o ministro do Interior guatemalteco, Carlos Vielmann, os líderes dos bandos coordenaram as brigas pelos telefones celulares. Testemunhas contaram ter visto corpos cobertos de tatuagens com os símbolos das gangues. Alguns teriam sido mutilados. As autoridades estimam que o número de feridos pode passar de 80. Os hospitais da região estariam tendo dificuldades para atender a todos. A Guatemala, assim como Honduras e El Salvador, está tentando controlar as gangues conhecidas como "maras", responsabilizadas por uma onda de assassinatos e roubos na região. |
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