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Polícia dá batida em empresa do avião que caiu na Grécia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia do Chipre deu uma batida nesta segunda-feira nos escritórios da Helios Airways, proprietária do Boeing 737 que caiu na Grécia, matando 121 pessoas. O ministro dos Transportes do Chipre, Haris Thrasou, disse à BBC que a polícia está averiguando se houve uma falha na hora de comunicar problemas técnicos na aeronave. Thrasou fez um apelo na televisão pedindo que o público contate as autoridades caso tenha informações sobre a companhia aérea. Ele citou alegações feitas anteriormente por passageiros e ex-funcionários da empresa. Pessoas que já voaram com a companhia reclamaram que sofreram grande variação de temperatura e outros problemas em vôos anteriores, disse a Associated Press. Por sua vez, um homem que disse ter recebido uma mensagem de texto de celular de um primo a bordo do avião antes da queda foi preso nesta segunda-feira. Ele teria sido preso por tentar enganar a polícia. O homem disse que recebera a mensagem: "Nós estamos com frio. O piloto está roxo. Nós vamos morrer. Adeus". A mensagem estava sendo vista como uma pista vital para saber o que aconteceu dentro da aeronave antes do acidente. Indenização Parentes das vítimas do avião cipriota que caiu no domingo na Grécia deverão receber uma indenização inicial de US$ 16 mil por cada passageiro morto. O pagamento foi anunciado por Andreas Drakos, presidente da companhia aérea.
Há especulações de que o avião caiu por causa de uma despressurização repentina da cabine, que expôs todos a bordo a baixíssimas temperaturas e falta de oxigênio. As duas caixas pretas do avião foram encontradas, mas o gravador de vozes da cabine ficou muito danificado. Drakos também disse que o avião foi submetido a todas as checagens necessárias antes da decolagem. |
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