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Morte de ministro leva Sri Lanka a estado de emergência | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A presidente do Sri Lanka, Chandrika Kumaratunga, declarou estado de emergência no país após o assassinato do ministro das Relações Exteriores, Lakshman Kadirgamar. Ele foi morto a tiros nesta sexta-feira em Colombo, a capital do país. Segundo um alto oficial da polícia, Kadirgamar foi assassinado por rebeldes separatistas do grupo Tigres Tâmeis, que fechou um acordo de cessar-fogo com o governo do Sri Lanka em 2002. Mas a trégua está sob crescente pressão, e o grupo rebelde acusa o governo de "conduzir uma guerra secreta" contra eles. A presidente cingalesa pediu calma à população e disse que o estado de emergência vai contribuir para a segurança nacional e para as investigações. Kadirgamar, 73 anos, foi morto perto de sua casa, que era fortemente vigiada. Alvo potencial Há informações de que o ministro sofreu vários disparos. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu durante uma operação de emergência. O ministro se considerava um alvo em potencial do grupo, segundo observadores da política cingalesa. Ele era um membro da minoria tâmil, mas ao mesmo tempo um forte opositor da plataforma separatista do movimento. Nenhum grupo assumiu a autoria do ataque. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, condenou o assassinato e pediu aos cingaleses que não utilizem o crime como pretexto para recomeçar a guerra civil no país. Observadores da Noruega, que monitoram o acordo de paz entre governo e rebeldes, disseram que o assassinato de Lakshman Kadirgamar, pode colocar o cessar-fogo em risco. |
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