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Júri dos EUA decide que condenado tem QI para ser executado | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um júri da Virgínia, nos Estados Unidos, decidiu nesta sexta-feira que um réu condenado à pena de morte não é retardado mental e, portanto, pode ser executado. Daryl Atkins foi condenado à morte em 1998 pelo assassinato de um mecânico da Força Aérea, mas foi salvo até agora por uma decisão da Suprema Corte, em 2002, de que retardados mentais não podem ser executados. O tribunal, no entanto, deixou para os Estados americanos julgarem a capacidade mental do condenado. Os jurados da Virgínia deliberaram por 13 horas ao longo de dois dias antes de anunciar a decisão. Para ser poupado da execução na Virgínia, um condenado deve provar que ele tem o quoficiente intelectual de até 70 pontos; Atkins obteve 76 recentemente. Em 1998, ele havia feito 59 pontos. Acredita-se que a melhora tenha sido provocada pela estimulação intelectual que ele recebeu nos contatos constantes com advogados. Mas o júri considerou outros fatores na avaliação de Atkins, incluindo material relacionado à sua infância, testes de inteligência e memória e entrevistas com pessoas que o conheceram como adulto. A acusação atribuiu o seu mau desempenho ao uso de drogas e álcool e alegou que a teoria do retardamento mental era uma manobra para evitar a execução, informa a agência de notícias Associated Press. A execução de Atkins foi marcada para dezembro, por injeção letal. Se tivesse sido considerado incapaz, ele teria que cumprir a pena de prisão perpétua. |
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