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Israel planeja ampliar assentamento na Cisjordânia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Ministério da Habitação de Israel anunciou nesta quinta-feira planos para a construção de 72 novas casas em um assentamento na Cisjordânia. Kobi Bleich, funcionário do ministério, disse que as construções vão ampliar o assentamento de Beitar Ilit, no sul de Jerusalém, perto da cidade palestina de Belém. O ministro do Planejamento da Autoridade Palestina, Ghassan Al-Khattib, qualificou a intenção como uma "provocação ao povo palestino". A construção das novas casas pode começar dentro de um ano. Beitar Ilit já abriga mais de 20 mil colonos judeus. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, advertiu o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, para que não amplie mais assentamentos na Cisjordânia. A ampliação também contraria compromissos feitos por Israel sob o plano de paz em andamento, mediado pelos Estados Unidos. Um porta-voz do Ministério da Habitação disse que as casas são "uma evolução natural dos planos que foram aprovados no passado dentro das fronteiras existentes em Beitar Ilit". O ministério propôs a construção de 235 residências nos assentamentos da Cisjordânia neste ano. Mais de 400 mil israelenses vivem em 150 assentamentos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental. A comunidade internacional considera todos os assentamentos em Gaza e na Cisjordânia, inclusive Jerusalém Oriental, ilegais, pelas leis internacionais, embora Israel conteste essa tese. |
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