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Ataque no Iraque mata 14 soldados americanos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 14 fuzileiros navais americanos foram mortos na cidade de Haditha, a noroeste da capital do Iraque, Bagdá. A informação foi divulgada por militares dos Estados Unidos na capital iraquiana. Os americanos, que estavam acompanhados de um intérprete, foram mortos por uma bomba colocada ao lado da estrada em que passavam nesta quarta-feira. Na terça-feira, um ataque na mesma região deixou seis fuzileiros americanos mortos. A área dos atentados é uma daquelas do Iraque em que a insurreição tem aumentado. Jornalista Também nesta quarta-feira, a polícia informou que o repórter americano Steven Vincent, que trabalhava como freelance para os jornais Christian Science Monitor e The New York Times, foi morto a tiros em Basra, no sul do Iraque. Vincent foi seqüestrado com sua intérprete iraquiana na terça-feira à noite por homens armados em um carro da polícia. O corpo dele, crivado de balas, foi encontrado horas depois ao lado de uma estrada, no sul da cidade. Ele estava escrevendo um livro sobre Basra, onde insurgentes recentemente intensificaram seus ataques. Vincent levou vários tiros na cabeça e no corpo. A intérprete sobreviveu ao atentado, mas sofreu ferimentos graves. O jornalista estava em Basra há alguns meses e, em um artigo publicado recentemente pelo NYT, ele disse que a força policial havia sido infiltrada por militantes xiitas. Ele também citou um alto oficial da polícia de Basra, que teria dito que policiais estavam por trás de vários dos assassinatos de ex-integrantes do partido Baath - de Saddam Hussein - na cidade. Vincent também criticou as forças britânicas, responsáveis pela segurança em Basra, por ignorar abusos de poder de xiitas extremistas. |
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